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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Viagem à imaginação II


Sei também que devo partir do dado concreto, ou seja, a imagem, digo, a pedra. O primeiro salto é para dentro do mito e, depois, para as suas atualizações. Todos os textos são pedras, cristais da imaginação. Cada homem ou mulher uma lanterna. Tomei a providência de me matricular numa escola de judô, buscando o que todos dizem que se deve buscar ali: equilíbrio. Já acredito que sei que não devo confundir imagens com imaginário, sonhos com devaneios, explicações com interpretações, pedras com nuvens. Mas parto da pedra, a parte mais dura do meu corpo.

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