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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Pasta A-Z do inventário das ideias: a razão subversiva

Gerais de Minas Gerais
A Megera cartesiana
Sei que são artimanhas do demo, mas sinto que preciso, antes de inventariar imagens, inventariar ideias. Insisto e não me arrisco: eis a verdade. Vou: a) é preciso separar o caos da ordem; b) há algo no discurso hegemônico que esconde a fala subjugada; c) há muita usurpação cultural, sem falar das outras modalidades; d) não há original, mas há muitas cópias; de algumas se diz "autenticadas" ou até, descaradamente, autênticas; e) o homem está certo de que tirou o pé da floresta e isso tem vários nomes; f) só vamos até o Enuma elish e, depois, à Teogonia; a Babilônia é uma fronteira; g) não existe mais história das mentalidades; h) existem a memória, a história e o esquecimento; i) o tempo está aprisionado no espaço vivido ou é uma dimensão do espaço; j) existem duas metafísicas; k) Deus e o Diabo estão no meio da rua e estão com a firme disposição de resolver tudo na faca, na mão; l) o autor é o seu estilo; m) o autror é um espelho; n) o autor é a recepção que dele se faz; o) o teatro de Lorca une todas as artes; p) a forma é transformável e pode verter-se no seu contrário; q) a imaginação é a louca da casa do espírito; r) os nuers  são o povo da vaca; s) as pessoas não estão nem aí; t) são invenções, constructos ideológicos: as nações, os negros, o Ocidente e o Oriente, os sertões, a ciência, a ordem, entre outros; u) há coisas sem nome e há nomes sem coisa; v) muitos milhões de anos se passaram entre a "pré-história" e a "história"; w) Mário chamou Alencar de "meu irmão"; x)  Rosa concebe o sertão como um estado do espírito; y) mediação e trajetória das imagens; z) a história é única, é verdade, mas ocultamente.

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